12 thoughts on “A situação de aprendizagem de Inglês no Brasil.

  1. Interesting comments.
    I am a teacher of EFL in Misiones, Argentina where we are have a new Law whereby it is established that students have to learn several languages throughout their educational tracks.
    Thanks.
    Regards from Misiones, ma.ma.

  2. Infelizmente nessa entrevista vemos a alienação de um brasileiro diante do fato de aprender ou não inglês.
    É evidente que o mesmo nunca viajou para o exterior, sim o inglês é importante, infelizmente os cursos no Brasil são pobres, aprender um idioma é aprender a essência, sem gramática, sem regras, se a questão é falar o idioma; Os métodos são pobres.
    Eu digo o mesmo por experiência própria, falo fluentemente 10 idiomas e através de uma língua planejada aprendi essas 8 línguas, então, língua é falada, não aprendi através de cursos e métodos ultrapassados…

  3. Lauro:

    Você pode indicar-me ótimos websites onde posso aprender inglês?
    Gostaria muito de ser fluente no idioma inglês.
    Desde já agradeço.

  4. Lauro,
    Certifiquei que a língua planejada o qual você se refere é o esperanto.
    Li estudos que indica que esse idioma faz com que o aprendizado de outros idiomas se tornam mais “fáceis”.
    Realmente interessante e, por curiosidade, qual seria a sua metodologia de aprendizado em particular ? Quanto tempo você dispensa por dia ou por semana para esse fim ?

    Abraços
    Célio

  5. Prezado Célio.

    Sim você está correto, a língua planejada a qual me referi é sim o esperanto.
    Eu sou filho de pai americano e mãe brasileira, tenho as duas línguas (inglês e português) como maternas, mas só aprendi as outras línguas que falo hoje depois que aprendi o esperanto, pois esse idioma me deu base para entender as demais, através dessa língua desenvolvi uma rotina mental, um método simplificado no qual não uso a gramática.

    A gramática só é necessária quando aprofundamos no idioma, eu como professor de línguas (Francês, Espanhol, Inglês, Urdo, Indi, Italiano, Latim, Grego, Croata, Húngaro, Polonês e Esperanto) tive várias más experiências com o ensino da gramática, nos meus 22 anos de profissão (ensino desde os os 18 anos) posso lhe garantir que o mais importante é aprender a usar a língua no dia a dia, aprender necessariamente o palavreado coloquial, aquele usado em nossa rotina, a gramática pode tranquilamente vir depois.

    Tenho como grande exemplo o meu sobrinho, é uma criança de 4 anos e já fala 4 idiomas (português, inglês, esperanto e italiano), eu intercalo os idiomas usando como base os dias da semana, segunda inglês, terça italiano, quarta português, quinta esperanto, sexta inglês, sábado português e domingo esperanto. Eu posso lhe garantir que o menino fala fluente qualquer desses idiomas e ele nem sabe o que é gramática e o único método que usamo é falar a língua.

    Em relação ao esperanto existe vários estudos acadêmicos que comprovam sua propedêutica cito o grande professor Pedro Cavalheiro e seu blog Culturoscópio (http://culturoscopio.blogspot.com/2010/02/pesquisas-cientificas-sobre-o-valor.html).

    Perdão pelo testamento.

    Amike:

    Lauro Mattesson

  6. Não entendi, você pergunta quanto tempo eu dispenso para aprender o esperanto?
    Se for, eu aprendi o esperanto através de um livro (primeiro manual de esperanto), eu o li em uma semana e logo depois já estava me correspondendo com um indiano, depois disso não parei mais, fiz o curso por correspondência pela Liga Brasileira de Esperanto e participei de alguns congressos…
    Na verdade até hoje eu estudo o esperanto, pois esse idioma é incrível, tenho uma pequena biblioteca de obras em esperanto e leio pelo menos 4 livros nesse idioma por ano.

  7. Realmente, super interessante Lauro.

    Em seu exemplo,

    “segunda inglês, terça italiano, quarta português, quinta esperanto, sexta inglês, sábado português e domingo esperanto” – você deixa dois dias para inglês, esperanto, português e um para italiano.
    Sempre pensei que isso não fosse possível, aprender mais de um idioma de uma vez só.
    Quantas horas por dia você dispensa para cada idioma ? e por onde começar ? você sugere o próprio livemocha ?

    Sobre o esperanto, conheço algumas pessoas através desse idioma, a primeira vez que ouvi falar foi a muuuuitos anos atrás na rádio USP, achei uma ótima idéia.
    Atualmente estou no Lernu.net e faço parte de uma lista muito boa de discursão – Esperanto_Brazilo – da yahoogrupos.
    Interessante que quando entrei no Lernu.net em 2007 nada sabia, para entender e escrever algo precisava traduzir palavra por palavra, hoje já sei bem mais que naquela época, lógico. mas me sinto um komencanto, um eterno komencanto.
    Eu gostaria de deslanchar mas não sei como, não só em esperanto como no próprio inglês.

    Mudando um pouco de assunto, você deve estar a par desse projeto de lei né ?
    http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=454210
    Só para constar.

    Abraços
    Célio

  8. Kara amiko Célio.
    Na verdade nunca parei para pensar sobre quantas horas eu disponho para cada idioma, sempre leio um jornal online croata chamado HRT (http://www.hrt.hr/), pois ainda sinto uma pequena dificuldade na leitura do croata, leio todos os dias o Vatican Observatory (http:// vaticanobservatory.org) em inglês, também todos os dias eu uso o italiano nas páginas do Vaticano principalmente na parte do Archivio Storico de Propaganda Fide e leio em esperanto sempre que é atualizado o site da Libera Folio (http:// http://www.liberafolio.org/).
    Ensino o espanhol quase todos os dias e o francês também, adoro ler em latim e estou trabalhando em uma gramática mais simplificada desse belíssimo idioma, infelizmente esse dado não tenho como lhe fornecer, não sei dizer exatamente quantas horas por dia me dedico a esse ou aquele idioma.
    Sim, aprender vários idiomas ao mesmo tempo é possível sim, eu li em algum livro (não me recordo agora) que uma criança na Suécia vivia em uma comunidade multilíngue e que teve contato com 13 idiomas desde sua mais tenra infância, essa mesma criança assimilou as 13 línguas como idiomas maternos, baseada nessa experiência eu decidi fazer o mesmo com meu sobrinho.
    Eu não participo do Lernu, sei que esse site é maravilhoso e que muitas pessoas em todo mundo tem a oportunidade de aprender esperanto através dessa incrível ferramenta, eu gosto muito do LiveMocha, infelizmente não tenho estado tão presente lá como eu gostaria, eu participo também do site Nação Católica trabalhando na divulgação do esperanto no meio católico.
    Você me pergunta por onde começar, bem, creio que em relação ao esperanto você já começou, quanto ao inglês eu vejo que a maior dificuldade dos meus alunos é na assimilação da língua, isso eu consegui resolver com alguns alunos, apliquei alguns métodos aprendidos com o esperanto, alguns até aprenderam esperanto para melhorar na assimilação do inglês, e eu posso lhe dizer com total certeza, isso funcionou…
    Eu sempre procuro fazer os alunos falarem o idioma, uso o método imersivo, claro que esse método é um método de alto risco, pois 35% dos alunos desistem depois da quarta aula, mas a vantagem que desses 65% que ficam 90% aprendem o idioma, não só o inglês, mas o francês e o espanhol.
    Também gosto de usar muito das didáticas de interação, as dinâmicas estão em todas as minhas aulas, uso da teatralização para prender a atenção dos alunos, isso tem funcionado muito bem.
    Sobre o projeto de lei do senador Cristóvão Buarque sobre a modificação da LDB (Lei de Diretrizes e Bases) estou acompanhando sim, acho essa lei muito interessante, pena que não exista ainda no Brasil um curso de licenciatura de letras com ênfase em esperanto, mas isso é só questão de tempo, a Universidade Federal do Ceará está desenvolvendo algo nessa área.
    Sobre ser um ”eterna komencanto”, só existe uma maneira de deixar de sê-lo, estude a língua com afinco, participe de encontros esperantistas, forme um grupo de esperanto na sua cidade, só seremos fluentes em qualquer idioma se usarmos esse idioma.

    Amike:
    Lauro Mattesson

  9. Olá Lauro.
    Resolvi dar um tempo no aprendizado de idiomas, pelo menos até passar esse fim de ano que anda meio complicado, não tem como se concentrar em algo com tantas coisas acontecendo, faculdade, trabalho etc.
    Por isso resolvi primeiro, limpar o meio de campo e recomeçar no próximo mês, daí tudo já estará mais calmo.
    Gostei de suas dicas, achei interessante, só teria que me organizar.
    Tentarei 2, o esperanto e o inglês ou francês pos adoro essa língua.

    Bem, aproveito para deixar um link de uma lista sobre esperanto, o pessoal é muito atuante, tem muitos projetos para divulgação, talvez você possa se interessar. dá uma olhadinha, se for do seu agrado.

    http://br.groups.yahoo.com/group/Esperanto_Brazilo/

    abraços,
    Célio

  10. Steve, sou brasileira e acho que apesar da dificuldade você se faz entender em português. com respeito a essas questões postas por você na conversa, o Brasil é um país de muitos contrastes linguísticos e culturais devido à imigração no século 19. Sim é verdade que o ensino de inglês é obrigatório desde o 5 ano do primário, portanto na “high school” seriam 9 anos de ensino de inglês. È lamentável, pois nas escolas públicas nem mesmo os professores com raras exceções falam o idioma que ensinam. O que resta é tentar aprender sozinho u pagar cursos particulares que prometem milagres sem êxito algum. Quanto ao interesse por outras línguas, é quase nulo já que vamos ser francos, se nem o português ou o inglês é ensinado corretamente as vezes, imagina se dar ao luxo de aprender francês , japonês ou línguas onde as pessoas nem ao menos sabem onde ficam o país que tem essa língua como oficial. Quem estuda idiomas “estranhos” aqui é visto como “anormal” e como perda de tempo. Quem se interessa em aprender os idiomas não convencionais ou é porque trabalha com isso ou porque tem dinheiro sobrando pra investir em livros caros, ja que o preço dos livros no brasil é um absurdo completo. Daí,decorre um preconceito , pois aqui se pensa que a pessoa que fala muitos idiomas ou é um “gênio” ou é fresco e quer se exibir, quando deveria ser exatamente o contrário. O ensino de idiomas aqui não leva em consideração o fator natural da linguagem, os textos dos livros não tem sentido e o ensino é voltado a resultados que mascaram a real situação do aprendizado nas escolas particulares.
    O espanhol nao é levado a sério, ja que como é parecido as pessoas aprendem de qualquer forma e acham que o “basta enrolar a lingua” e já serão compreendidos… Lamentável? Sim, mas isso é Brasil… Bem -vindo!!! =(

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